Vereadora Mirian Dallabrida ressalta a
legalidade de municípios com mais de 30 mil até 50 mil habitantes terem 13
vereadores
Após a rejeição da proposta de redução do número de vereadores
em Panambi, primeiramente pela posição dos munícipes que compareceram à
Audiência Pública realizada para esta deliberação e, agora, pela votação
contrária da maioria absoluta dos vereadores com assento na atual legislatura.
Nossa reportagem entrevistou a vereadora Mirian Rosane Dallabrida, do Partido
Progressista a qual esclareceu sua posição a respeito do assunto e, justificou
seu voto pela manutenção do número de cadeiras no Legislativo Municipal.
Vereadora Mirian Rosane Dallabrida do PP, falou sobre o projeto
de Resolução que pretende diminuir de 13 para nove o numero de cadeiras no
Poder Legislativo a partir da própria legislatura.
Disse que, em primeiro lugar, está seguindo as recomendações da
direção do PP, sigla partidária da qual é fiel e respeito os representantes,
conforme manifestação do Presidente nos veículos de comunicação, de que o
partido apoia a continuidade dos 13 vereadores.
A primeira mulher eleita pelo Partido Progressista em Panambi,
também cita que a Proposta de Emenda á Constituição de aprovada e que se
transformou em Lei, que diz que municípios com mais de 30 mil habitantes até 50
mil podem ter 13 vereadores, isso é legal, se é legal não é imoral, não ferindo
princípios éticos ou leis.
A vereadora lembrou ainda que a Câmara de Vereadores tinha 11
cadeiras, num momento que havia bem menos habitantes, caiu pra nove obedecendo
legislação vigente.
Então veio a lei que garantia os treze e todos os vereadores
foram favoráveis, exceto vereador Leo Almeida que está, ao meu entender,
mantendo a coerência.
Se analisarmos as categorias profissionais representadas há anos
anteriores, era mais reduzida, por que não dizer elitizada, hoje temos bem
mais, disse a vereadora Mirian, destacando que, quanto a economia, não temos a
garantia de que, diminuindo os gastos na Câmara, esse recurso vá ser aplicado
naquilo que os autores da matéria projetam. Aliás, é muito triste se perceber
que os próprios vereadores não valorizem o seu trabalho, sua dedicação como
povo.
A Câmara de Panambi não esbanja, não extrapola recursos, o PP
tem apenas um assessor para seis vereadores.
Diz a vereadora Mirian: “Muito me estranha o fato de vereadores
fazer disso um assunto polêmico, desenterrar algo que supunha estar resolvido,
uma vez que não apareceram 1500 assinaturas e a audiência pública reduzido
número, em torno de dez pessoas, e as que estavam lá se percebeu que eram
favoráveis à permanência dos treze”.
As audiências devem ser realizadas pela manifestação da
população, com assuntos de necessidade do povo, que os beneficie diretamente e
não de ordem pessoal de vereador, arrematou a vereadora progressista.
Fonte:
AgoraJa.Net
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