Soldados em frente a uma base militar na província de Kandahar
Foto: Allauddin Khan, AP
Um soldado americano matou 16 civis ao sair de sua base e abrir fogo contra afegãos na província de Kandahar, reduto talibã no sul do país, indicaram neste domingo autoridades e um jornalista da AFP.
— Eu entrei em três casas e contei 16 mortos, incluindo crianças, mulheres e idosos. Em uma casa, havia dez pessoas, entre elas mulheres e crianças, que haviam sido mortas e queimadas em um cômodo. Uma outra mulher estava caída, morta, na entrada da casa — relatou o correspondente.
O jornalista acrescentou:
— Vi pelo menos duas crianças, de 2 ou 3 anos, que estavam queimadas.
"Em uma outra casa", situada em uma segunda aldeia, "quatro pessoas estavam mortas. Vi seus corpos caídos em um cômodo. Havia dois homens idosos, uma criança e uma mulher", narrou o repórter, que também viu outro cadáver em uma terceira casa.
"Minha casa foi atacada. Perdi quatro membros da minha família", declarou Haji Sayed Khan, enquanto Haji Samad indicava que membros de sua família também haviam sido mortos.
A Isaf, força armada da Otan, reconheceu em um comunicado transmitido por volta das 16h (horário local), ou seja, 13 horas depois dos fatos, a existência de mortos civis afegãos.
"Um militar americano foi detido devido ao incidente que deixou vítimas civis", indicou a Isaf em um comunicado, indicando que "lamenta profundamente o incidente".
— Eu entrei em três casas e contei 16 mortos, incluindo crianças, mulheres e idosos. Em uma casa, havia dez pessoas, entre elas mulheres e crianças, que haviam sido mortas e queimadas em um cômodo. Uma outra mulher estava caída, morta, na entrada da casa — relatou o correspondente.
O jornalista acrescentou:
— Vi pelo menos duas crianças, de 2 ou 3 anos, que estavam queimadas.
"Em uma outra casa", situada em uma segunda aldeia, "quatro pessoas estavam mortas. Vi seus corpos caídos em um cômodo. Havia dois homens idosos, uma criança e uma mulher", narrou o repórter, que também viu outro cadáver em uma terceira casa.
"Minha casa foi atacada. Perdi quatro membros da minha família", declarou Haji Sayed Khan, enquanto Haji Samad indicava que membros de sua família também haviam sido mortos.
A Isaf, força armada da Otan, reconheceu em um comunicado transmitido por volta das 16h (horário local), ou seja, 13 horas depois dos fatos, a existência de mortos civis afegãos.
"Um militar americano foi detido devido ao incidente que deixou vítimas civis", indicou a Isaf em um comunicado, indicando que "lamenta profundamente o incidente".
Fonte: ZERO HORA, com informações da AFP
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