Companheiras e uma assessora estiveram na
Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro
Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP
A Delegacia de Homídios da Capital (DH-Capital)
ouviu nesta terça-feira os primeiros depoimentos de pessoas ligadas à vereadora
Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros no Rio de Janeiro, com o motorista
Anderson Gomes, na noite do último dia 14. Prestaram depoimento a companheira
de Marielle, Mônica Tereza, e uma assessora da vereadora, cujo nome não foi
revelado. As duas chegaram à DH acompanhadas do deputado estadual Marcelo
Freixo.
O
deputado, com quem Marielle trabalhou na Comissão de Direitos Humanos da
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), disse, em conversa com
jornalistas, que estava na delegacia na condição de acompanhante dos depoentes.
“Eu estou aqui para acompanhar os depoimentos de pessoas da equipe. Todos serão
ouvidos e estou ajudando nesse processo. A nossa ansiedade é muito grande e a
nossa angústia maior ainda. Esse foi um crime contra a democracia, não temos a
menor dúvida disso, e o caso tem que ser esclarecido”.
Freixo
disse que nos próximos dias toda a equipe vai depor, alguns amigos também, e
quem mais a polícia achar necessário.
Mais de
cem ONGs e entidades internacionais se unem para denunciar o estado brasileiro
na ONU e pedem
investigações independentes sobre a morte da vereadora
carioca Marielle Franco (PSOL).
Agência Brasil
Correio do Povo
Nenhum comentário:
Postar um comentário