terça-feira, 20 de março de 2018

Pessoas ligadas a Marielle prestam depoimento em investigação de assassinato

Companheiras e uma assessora estiveram na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro

Companheiras e uma assessora estiveram na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro | Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP
   Companheiras e uma assessora estiveram na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro
   Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP

A Delegacia de Homídios da Capital (DH-Capital) ouviu nesta terça-feira os primeiros depoimentos de pessoas ligadas à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros no Rio de Janeiro, com o motorista Anderson Gomes, na noite do último dia 14. Prestaram depoimento a companheira de Marielle, Mônica Tereza, e uma assessora da vereadora, cujo nome não foi revelado. As duas chegaram à DH acompanhadas do deputado estadual Marcelo Freixo.

O deputado, com quem Marielle trabalhou na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), disse, em conversa com jornalistas, que estava na delegacia na condição de acompanhante dos depoentes. “Eu estou aqui para acompanhar os depoimentos de pessoas da equipe. Todos serão ouvidos e estou ajudando nesse processo. A nossa ansiedade é muito grande e a nossa angústia maior ainda. Esse foi um crime contra a democracia, não temos a menor dúvida disso, e o caso tem que ser esclarecido”.

Freixo disse que nos próximos dias toda a equipe vai depor, alguns amigos também, e quem mais a polícia achar necessário.

Mais de cem ONGs e entidades internacionais se unem para denunciar o estado brasileiro na ONU e pedem investigações independentes sobre a morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL).


Agência Brasil
Correio do Povo

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