Alceu Barbosa Velhor garante que só manteve
convênio em respeito ao governador e diz que "Tarso Genro não merece o
Daer que tem"
No dia 26 de setembro de 2013, moradores do bairro São Ciro II bloquearam o Km 146 da RSC-453 (Rota do Sol) no ponto onde Jamily Dias foi atropelada. Trecho, onde há movimento intenso de veículos e pedestres, aguarda há mais de 100 dias por dois quebra-molasFoto: Porthus Junior / Agencia RBS
A demora por parte do Departamento Autônomo de
Estradas de Rodagem (Daer) em liberar projetos e autorizar obras emergenciais
em cinco pontos críticos da Rota do Sol, em Caxias do Sul, já fez o prefeito
Alceu Barbosa Velho (PDT) pensar em desistir da parceria com o governo do
Estado, firmada em novembro do ano passado. Pelo acordo, o município faria os
projetos e as obras, e o Piratini entraria com o dinheiro.
— Estou tão chateado com essa demora quanto a comunidade de Caxias do Sul. Estamos empenhados em fazer as obras, mas nunca se sabe o que o Daer vai decidir. Parece que o Daer não quer se ajudar. Já pensei em jogar tudo para o alto. Só não fiz isso em respeito ao governador Tarso Genro, que não merece o Daer que tem — desabafou o prefeito de Caxias do Sul, Alceu Barbosa Velho (PDT).
Nesta quinta-feira, o Pioneiro tentou contato com o diretor-geral do Daer, Carlos Eduardo Vieira. Ele não quis conversar com a reportagem, mas por meio de sua assessoria falou sobre as obras do acesso ao bairro São Ciro II. Conforme a nota, na sexta-feira passada o "Daer ajustou a relocação de placas do projeto de sinalização".
Faltaria, agora, segundo o departamento, a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMTTM) de Caxias do Sul encaminhar a planta com ajustes solicitados. O projeto para o encaminhamento destas lombadas estaria autorizado mediante a apresentação dessa planta. "Assim que for entregue a planta, o diretor-geral do Daer autorizará a realização das obras", informou o comunicado.
Há cerca de três meses, a SMTTM aguarda os engenheiros do Daer liberarem o projeto de instalação de dois quebra-molas no São Ciro II, onde uma menina de 10 anos foi atropelada em setembro do ano passado quando voltava da escola.
Também estão na lista dos cinco pontos prioritários o trevo de acesso a Monte Bérico, onde uma manifestação reuniu cerca de 250 pessoas na tarde de quarta-feira, e nos acessos ao Distrito Industrial, Rua Atílio Andreazza e Travessão Leopoldina.
— Estou tão chateado com essa demora quanto a comunidade de Caxias do Sul. Estamos empenhados em fazer as obras, mas nunca se sabe o que o Daer vai decidir. Parece que o Daer não quer se ajudar. Já pensei em jogar tudo para o alto. Só não fiz isso em respeito ao governador Tarso Genro, que não merece o Daer que tem — desabafou o prefeito de Caxias do Sul, Alceu Barbosa Velho (PDT).
Nesta quinta-feira, o Pioneiro tentou contato com o diretor-geral do Daer, Carlos Eduardo Vieira. Ele não quis conversar com a reportagem, mas por meio de sua assessoria falou sobre as obras do acesso ao bairro São Ciro II. Conforme a nota, na sexta-feira passada o "Daer ajustou a relocação de placas do projeto de sinalização".
Faltaria, agora, segundo o departamento, a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMTTM) de Caxias do Sul encaminhar a planta com ajustes solicitados. O projeto para o encaminhamento destas lombadas estaria autorizado mediante a apresentação dessa planta. "Assim que for entregue a planta, o diretor-geral do Daer autorizará a realização das obras", informou o comunicado.
Há cerca de três meses, a SMTTM aguarda os engenheiros do Daer liberarem o projeto de instalação de dois quebra-molas no São Ciro II, onde uma menina de 10 anos foi atropelada em setembro do ano passado quando voltava da escola.
Também estão na lista dos cinco pontos prioritários o trevo de acesso a Monte Bérico, onde uma manifestação reuniu cerca de 250 pessoas na tarde de quarta-feira, e nos acessos ao Distrito Industrial, Rua Atílio Andreazza e Travessão Leopoldina.
Fonte:
PIONEIRO.COM
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