Conforme a polícia, a vítima é
usuária de drogas e foi dada como desaparecida pela família
Polícia divulgou na quarta-feira retrato falado
de suspeito de estupro. Foto: Divulgação / Polícia Civil
O homem
agredido por cerca de oito pessoas após ser confundido com o suposto estuprador
da linha T1 sofreu traumatismo craniano e recebe atendimento na sala amarela do
Hospital Cristo Redentor, na zona Norte da Capital. O quadro inspira cuidados,
conforme a casa de saúde. De acordo com a delegacia Tatiana Barreira Bastos, da
Delegacia da Mulher, o homem, de 35 anos, nem mesmo possuía as características
do suspeito do estupro. Sem antecedentes criminais, ele foi agredido por volta
das 18h de ontem nas proximidades da praça onde uma mulher foi violentada pelo
criminoso. Ainda conforme a polícia, a vítima é usuária de drogas e foi dada
como desaparecida pela família.
A
delegada ainda ressaltou que, ao encontrar alguém com as características do
estuprador, a população deve acionar a Brigada Militar e não “fazer justiça com
as próprias mãos”. Tatiana explica que os suspeitos da agressão, assim que
forem identificados, podem responder por agressão ou tentativa de homicídio.
Sobre o estuprador, a polícia estima que esteja perto de identificá-lo e pedir
que seja preso.
O caso
de estupro foi registrado ainda no dia 9 de maio, e o retrato falado foi
divulgado na última terça-feira. Conforme a vítima, ela foi abordada pelo
suspeito portando uma faca dentro de um coletivo da linha T1, e levada até uma
praça no bairro Jardim do Salso. Lá, o homem começou o estupro mas não
conseguiu terminar a ação criminosa pois foi surpreendido por um grupo que
percorria o local.
O
criminoso é branco, magro, mede 1,80 de altura e aparenta idade entre 30 e 35
anos, além de ter os dentes da frente separados. Além do fato consumado, outras
mulheres relataram a aproximação e a perseguição por parte do suspeito em
coletivos da cidade, como nas linhas T7 e Otto.
Fonte: Ananda Müller/Rádio Guaíba
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