Doze pessoas morrem em atentado terrorista à revista francesa
François Hollande afirmou que este foi o ataque
terrorista mais violento registrado nos últimos 40 anos na França
Foto: Joel Saget / AFP / CP
O Ministro do Interior da França, Bernard
Cazeneuve, afirmou que a segurança será reforçada em todo o território francês
a partir desta quarta-feira. “As forças armadas foram acionadas para assegurar
a proteção dos cidadãos”, completou. A decisão foi tomada depois do ataque terrorista que matou 12
pessoas na sede da revista Charlie Hebdo.
Segundo Cazeneuve, os ministros da Justiça, do Interior e o primeiro-ministro, entre outras autoridades, ativaram uma célula de crise para assegurar a coordenação dos serviços de Estado. Além disso, uma central de informações será criada para que todos os franceses sejam atualizados sobre as investigações. “Vamos tentar neutralizar os três criminosos o mais rápido possível”, finalizou.
O presidente François Hollande foi ao local do crime e confirmou tratar-se de um ataque terrorista, o mais violento registrado na França em 40 anos. Hollande convocou uma reunião de crise no palácio presidencial e definiu o atentado como "um ato de uma barbárie excepcional". As autoridades também anunciaram que a região parisiense foi colocada em estado de alerta máximo.
Manifestações de repúdio
A Casa Branca apressou-se em condenar "nos termos mais enérgicos" o atentado contra a revista francesa. "Todos na Casa Branca estão junto às famílias daqueles que foram mortos ou feridos neste ataque", declarou o porta-voz Josh Earnest, falando à MSNBC.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, também condenou o que chamou de "um ato intolerável, uma barbárie". Já o primeiro-ministro britânico, David Cameron, reagiu com revolta à noticia e expressou solidariedade com a França na luta contra o terrorismo. "Os assassinatos em Paris são revoltantes. Estamos ao lado do povo francês na luta contra o terrorismo e na defesa da liberdade de imprensa", declarou Cameron em sua conta no Twitter.
Segundo Cazeneuve, os ministros da Justiça, do Interior e o primeiro-ministro, entre outras autoridades, ativaram uma célula de crise para assegurar a coordenação dos serviços de Estado. Além disso, uma central de informações será criada para que todos os franceses sejam atualizados sobre as investigações. “Vamos tentar neutralizar os três criminosos o mais rápido possível”, finalizou.
O presidente François Hollande foi ao local do crime e confirmou tratar-se de um ataque terrorista, o mais violento registrado na França em 40 anos. Hollande convocou uma reunião de crise no palácio presidencial e definiu o atentado como "um ato de uma barbárie excepcional". As autoridades também anunciaram que a região parisiense foi colocada em estado de alerta máximo.
Manifestações de repúdio
A Casa Branca apressou-se em condenar "nos termos mais enérgicos" o atentado contra a revista francesa. "Todos na Casa Branca estão junto às famílias daqueles que foram mortos ou feridos neste ataque", declarou o porta-voz Josh Earnest, falando à MSNBC.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, também condenou o que chamou de "um ato intolerável, uma barbárie". Já o primeiro-ministro britânico, David Cameron, reagiu com revolta à noticia e expressou solidariedade com a França na luta contra o terrorismo. "Os assassinatos em Paris são revoltantes. Estamos ao lado do povo francês na luta contra o terrorismo e na defesa da liberdade de imprensa", declarou Cameron em sua conta no Twitter.
Fonte: Correio do Povo
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