Associação pediu
desligamento após definição de que sócios da boate não vão depor
A Associação de Familiares de Vítimas e
Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) protocolou, na tarde de
sexta-feira, pedido para sair da mesa de trabalhos da CPI instalada na Câmara
Municipal sobre a boate Kiss. A comissão tem o objetivo de investigar se o
poder público deve ser responsabilizado pelo incêndio da casa noturna, que
matou 242 pessoas, desde 27 de janeiro.
O maior descontentamento dos familiares é a negativa dos vereadores para que os sócios da boate, Mauro Hoffmann e Elissandro Spohr, prestem depoimento à CPI. Segundo o presidente da Associação, Adherbal Ferreira, também existe descontentamento com parte das atitudes tomadas pelos membros da CPI.
O advogado Jonas Stecca representa a AVTSM nas sessões da CPI, mas não deverá comparecer à próxima reunião, marcada para 19 de junho.
A tragédia
O incêndio na boate Kiss – que ficava na Rua dos Andradas, Centro de Santa Maria – começou por volta das 2h30min da madrugada de 27 de janeiro. O público participava de uma festa organizada por estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A tragédia deixou 242 pessoas mortas.
Segundo testemunhas, o fogo teria começado quando um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que acabara de subir ao palco, lançou um sinalizador. O objeto teria encostado na forração da casa noturna. As pessoas não teriam percebido o fogo de imediato, mas assim que o incêndio se espalhou, a correria teve início. Conforme relatos, os extintores posicionados na frente do palco não funcionaram.
Em pânico, muitos não conseguiram encontrar a única porta de saída do local e correram para os banheiros. Aqueles que conseguiram fugir em direção à saída, ficaram presos nos corrimãos usados para organizar as filas. A boate foi tomada por uma fumaça preta e as pessoas não conseguiam enxergar nada. A maioria morreu asfixiada dentro dos banheiros ou na parte dos fundos da boate.
Fonte: Rádio Guaíba
O maior descontentamento dos familiares é a negativa dos vereadores para que os sócios da boate, Mauro Hoffmann e Elissandro Spohr, prestem depoimento à CPI. Segundo o presidente da Associação, Adherbal Ferreira, também existe descontentamento com parte das atitudes tomadas pelos membros da CPI.
O advogado Jonas Stecca representa a AVTSM nas sessões da CPI, mas não deverá comparecer à próxima reunião, marcada para 19 de junho.
A tragédia
O incêndio na boate Kiss – que ficava na Rua dos Andradas, Centro de Santa Maria – começou por volta das 2h30min da madrugada de 27 de janeiro. O público participava de uma festa organizada por estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A tragédia deixou 242 pessoas mortas.
Segundo testemunhas, o fogo teria começado quando um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que acabara de subir ao palco, lançou um sinalizador. O objeto teria encostado na forração da casa noturna. As pessoas não teriam percebido o fogo de imediato, mas assim que o incêndio se espalhou, a correria teve início. Conforme relatos, os extintores posicionados na frente do palco não funcionaram.
Em pânico, muitos não conseguiram encontrar a única porta de saída do local e correram para os banheiros. Aqueles que conseguiram fugir em direção à saída, ficaram presos nos corrimãos usados para organizar as filas. A boate foi tomada por uma fumaça preta e as pessoas não conseguiam enxergar nada. A maioria morreu asfixiada dentro dos banheiros ou na parte dos fundos da boate.
Fonte: Rádio Guaíba
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