Governador
também confirmou construção de dois presídios estaduais e um novo centro de
triagem
Sartori anuncia presídio federal em Charqueadas
| Foto: SSP / Divulgação / CP
O
governador José Ivo Sartori anunciou na manhã desta segunda-feira a construção
de três presídios e um Centro de Triagem para presos provisórios no Rio Grande
do Sul. Em entrevista coletiva no Palácio do Piratini, Sartori declarou que
Charqueadas receberá um presídio federal de segurança máxima com 208 vagas. A
área do município será próximo à RS 401 e contará com 25 hectares.
"É
uma conquista que nós fizemos, isto é fruto daquilo que nós assinamos na adesão
ao Plano Nacional de Segurança Pública. Quero agradecer a comunidade de
Charqueadas, ao prefeito Simon Heberle de Souza pela atitude, ajuda e
participação", disse Sartori. "Muitas vezes as comunidades desejam
que existam casas prisionais, cadeias e penitenciárias, mas que não sejam na
sua cidade, então a coragem do prefeito é um exemplo", acrescentou.
Segundo
Sartori, Viamão também receberá um presídio estadual com capacidade para 430
lugares em uma área de 10 hectares e com custo de R$ 26 milhões com recursos
federais, sendo administrado pelo Estado.
Sartori
também anunciou uma penitenciária estadual em Alegrete, mas que está em
processo de licitação. O local terá custo de R$ 16,5 milhões e com capacidade
para 286 apenados em uma área de 10 hectares, próximo ao posto da Polícia
Rodoviária Federal.
Porto
Alegre receberá um novo centro de triagem com capacidade para receber 96
detentos provisórios. Conforme o governador, o local será construído em uma
área anexa à Cadeia Pública da Capital, utilizando a técnica aplicada no
Presídio de Canoas.
De acordo
com Sartori, a área da Segurança Pública foi a única da sua gestão que recebeu
uma elevação percentual no orçamento, alcançado 19% a mais do que foi destinado
para 2017. "Vocês são testemunhas de que sempre disse que quando
tivéssemos recursos, nós investiríamos na segurança pública. Então isso nós
estamos fazendo desde o primeiro dia, com todas as dificuldades e as situações
difíceis", apontou. "Nós não podemos descansar e nem recuar no
enfrentamento da criminalidade. Preciso deste esforço diário, constante e
concreto, mas ele não vai depender só do Estado e nem do poder público se não
tivermos ajuda da sociedade", concluiu.
Fonte:
Correio do Povo
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