Tricolor pode pagar multa que pode variar entre
R$ 100 e R$ 100 mil
Renato chamou a filha assistir os minutos
finais no banco de reservas
Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP
memória
A
Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o
Grêmio por não prevenir e reprimir a invasão de campo de Carol Portaluppi,
filha do técnico Renato Portaluppi, na partida contra o Cruzeiro, no segundo
jogo da semifinal, no último dia 2. Para os procuradores, ainda que a infração
não tenha sido grave, a conduta não pode ser aceita.
Com isso,
a denúncia foi tipificada no artigo 213, inciso II do CBJD. “Deixar de prevenir
e reprimir invasão de campo ou local da disputa do evento”. A pena prevista é
de multa que pode variar entre R$ 100 e R$ 100 mil. Exatamente, como previa o
departamento jurídico
do Tricolor.
A
denúncia foi baseada na súmula do árbitro
Thiago Duarte Peixoto. “Informo que ao final da partida,
constatei a presença da Sra Carol Portaluppi dentro do campo de jogo. Cabe
salientar que, após o término do jogo, fui informado pelo inspetor da partida,
Sr Nilson de Souza Monção e pelo quarto árbitro, Sr Francisco Silva Neto que a
referida adentrou as imediações do campo de jogo a poucos segundos do término da
partida, chamada pelo seu pai, Sr Renato Portaluppi, técnico da equipe do
Grêmio, sentando no banco de reservas. Não havendo tempo hábil para retirá-la
pois a partida se encerrou, a mesma adentrou o campo de jogo”, escreveu
Peixoto.
O
julgamento na Terceira Comissão Disciplinar do STJD ocorre no dia 16 de
novembro, a partir das 16h.
Fonte:
Correio do Povo
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