Colisão com ônibus de passageiros aconteceu na Rota
7, em San Martín, no oeste do país
Ônibus partiu de Córdoba com mais de 30 passageirosFoto: Delfo Rodriguez / NA/AFP
Pelo menos 17
pessoas morreram no oeste da Argentina em uma batida entre um caminhão, que
seguia na contramão em uma autoestrada, e um ônibus de passageiros, informou o
canal de notícias TN. Inicialmente, as informações eram de quem o número de
vítimas fatais poderia chegar a 19.
Um ônibus da empresa
Mercobus, que viajava de Córdoba à cidade de Mendoza, chocou-se de frente com
um caminhão de placa brasileira, que transportava alho. O caminhão, segundo a
imprensa argentina, percorreu quatro quilômetros na contramão. Os dois veículos
pegaram fogo.
Conforme o jornal
Clarín, a polícia argentina teria confirmado que recebeu oito ligações para o
telefone de emergencia 911 alertando sobre um caminhão com placa brasileira que
trafegava na rodovia em alta velocidade e na contramão. O Ministério de
Segurança afirmou que aplicará penalidades aos policiais que receberam as
denúncias e que não teriam adotado nenhuma ação para conter o motorista.
Procura por Zero Hora,
a empresa ACM Transportes, do Paraná, confirmou na manhã deste sábado que o caminhão
é de sua propriedade, mas não tinha mais detalhes sobre o acidente e nem sobre
o motorista que conduzia o veículo.
Segundo o ministro,
havia 32 pessoas no ônibus, incluindo dois motoristas. Ainda não se sabe
quantos viajavam na cabine do caminhão.
Ambos os veículos se incendiaram, ficando reduzidos a um monte de ferro retorcido, como mostraram imagens das emissoras locais.
O ministro da Saúde da província de Mendoza, Matías Roby, afirmou que o ônibus "foi atingido de frente por um caminhão aparentemente roubado com placa brasileira".
Ambos os veículos se incendiaram, ficando reduzidos a um monte de ferro retorcido, como mostraram imagens das emissoras locais.
O ministro da Saúde da província de Mendoza, Matías Roby, afirmou que o ônibus "foi atingido de frente por um caminhão aparentemente roubado com placa brasileira".
– Podemos ver os
corpos carbonizados, irreconhecíveis – lamentou, em entrevista à
jornalista Gabriela Sosa.
Os bombeiros trabalharam na retirada do que restou das vítimas para sua identificação.
Os bombeiros trabalharam na retirada do que restou das vítimas para sua identificação.
Fonte: ZERO HORA, COM AGÊNCIAS
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