segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Região Celeiro e Grande Santa Rosa se mobilizam contra falta de servidores da Receita Federal em aduanas de Porto Soberbo e Porto Vera Cruz



Uma comitiva representando a Região Celeiro e a Grande Santa Rosa, estiveram na Capital do Estado na última sexta-feira (1º/11), em audiência com o superintendente da 10ª Região Fiscal da Receita Federal, Paulo Renato Silva da Paz.

Fizeram parte da comitiva o prefeito de Vista Gaúcha e presidente da Amuceleiro, Claudemir José Locatelli, a prefeita de Porto Vera Cruz e presidente da Associação dos Municípios da Grande Santa Rosa, Vanice Helena Andrade de Matos, o prefeito de Tiradentes do Sul, João Carlos Hickmann e a vereadora Marisa Inês Neumann, além dos prefeitos de Humaitá, Luiz Carlos Sandri, e de Três Passos, Cleri Camilotti.

Na oportunidade manifestaram seu descontentamento com a retirada por parte da Receita Federal do servidor designado para a fiscalização e controle de entrada e saída de pessoas e produtos do nosso país em Porto Soberbo e Porto Vera Cruz, na fronteira com a Argentina.

Segundo o superintendente, tal medida deve-se ao corte do orçamento em aproximadamente 20% na Superintendência do RS, dificultando assim o pagamento das diárias aos servidores e a falta de pessoal. Salientou que de imediato, é praticamente impossível resolver tal situação e que dependendo do novo orçamento, tal situação poderá ser resolvida somente a partir de janeiro de 2014.

Afirmou também que o Porto permanecerá aberto nos horários de costume, não havendo a possibilidade de fechamento, e que somente permanecerão nos locais, os guardas patrimoniais. Também salientou que de forma esporádica, poderá haver a fiscalização pelos servidores da Receita. Tais argumentos não convenceram os presentes, uma vez que nas aduanas argentinas, o contingente de agentes para controlar a Migração e Controle de Mercadorias é suficiente e em número elevado de servidores, sem contar com a Segurança da Germanderia Argentina.

Segundo os prefeitos, é inadmissível e inexplicável para a população que paga tantos impostos, entender a falta de fiscalização em pontos estratégicos por falta de recursos por parte Receita Federal.

Segundo informações, o seguinte passo é a marcação de audiência em Brasília, reunião com autoridades portuárias argentinas e encaminhamento de processo para alterar a categoria da Alfândega.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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