Uma
comitiva representando a Região Celeiro e a Grande Santa Rosa, estiveram na
Capital do Estado na última sexta-feira (1º/11), em audiência com o
superintendente da 10ª Região Fiscal da Receita Federal, Paulo Renato Silva da
Paz.
Fizeram
parte da comitiva o prefeito de Vista Gaúcha e presidente da Amuceleiro,
Claudemir José Locatelli, a prefeita de Porto Vera Cruz e presidente da
Associação dos Municípios da Grande Santa Rosa, Vanice Helena Andrade de Matos,
o prefeito de Tiradentes do Sul, João Carlos Hickmann e a vereadora Marisa Inês
Neumann, além dos prefeitos de Humaitá, Luiz Carlos Sandri, e de Três Passos,
Cleri Camilotti.
Na
oportunidade manifestaram seu descontentamento com a retirada por parte da
Receita Federal do servidor designado para a fiscalização e controle de entrada
e saída de pessoas e produtos do nosso país em Porto Soberbo e Porto Vera Cruz,
na fronteira com a Argentina.
Segundo
o superintendente, tal medida deve-se ao corte do orçamento em aproximadamente
20% na Superintendência do RS, dificultando assim o pagamento das diárias aos
servidores e a falta de pessoal. Salientou que de imediato, é praticamente
impossível resolver tal situação e que dependendo do novo orçamento, tal
situação poderá ser resolvida somente a partir de janeiro de 2014.
Afirmou
também que o Porto permanecerá aberto nos horários de costume, não havendo a
possibilidade de fechamento, e que somente permanecerão nos locais, os guardas
patrimoniais. Também salientou que de forma esporádica, poderá haver a fiscalização
pelos servidores da Receita. Tais argumentos não convenceram os presentes, uma
vez que nas aduanas argentinas, o contingente de agentes para controlar a
Migração e Controle de Mercadorias é suficiente e em número elevado de
servidores, sem contar com a Segurança da Germanderia Argentina.
Segundo
os prefeitos, é inadmissível e inexplicável para a população que paga tantos
impostos, entender a falta de fiscalização em pontos estratégicos por falta de
recursos por parte Receita Federal.
Segundo
informações, o seguinte passo é a marcação de audiência em Brasília, reunião
com autoridades portuárias argentinas e encaminhamento de processo para alterar
a categoria da Alfândega.
Fonte: Rádio
Alto Uruguai
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