Clube foi
notificado seis vezes, mas entulho segue na área das escolas de samba
Clube foi notificado seis vezes, mas entulho
segue na área das escolas de samba
Crédito: Internacional Divulgação / CP
Crédito: Internacional Divulgação / CP
A Prefeitura de
Porto Alegre vai processar o Inter por não ter retirado do entorno do Beira-Rio
os resíduos gerados pela reforma do estádio. Ainda não há data para que o clube
seja acionado judicialmente, o que pode ocorrer antes, durante ou depois da Copa
do Mundo. O prazo definido pela Prefeitura expirou em 23 de abril. Nessa
segunda-feira, o Executivo confirmou que o impasse pode comprometer a obra de
ampliação do estacionamento.
Conforme o Executivo, o Inter precisa remover 36 mil metros quadrados de material de construção. A caliça acumulada está em uma área pública que era usada por escolas de samba ao lado do Beira-Rio - 76% dessa área ainda precisa ser pavimentada para aumentar as vagas para veículos. As obras do estacionamento devem ser custeadas pela Prefeitura, em parceria com o Ministério do Esporte. O Executivo já entregou as ruas A, B e C, que dão acesso ao Beira-Rio, além da área utilizada pela Fifa pelos caminhões da transmissão de TV.
A direção colorada havia confirmado a remoção do entulho em 19 de abril. Na ocasião, o clube disse que a demora para conclusão do serviço ocorreu porque a construtora Andrade Gutierrez encontrou dificuldade para descartar de forma correta o lixo da área.
Em função da demora do Inter, o engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico da Secretaria Municipal de Gestão adiantou que documentos já foram encaminhados para que a Procuradoria-Geral do Município (PGM) elabore o processo contra o Inter. “Nós temos ali, independentemente de Copa do Mundo, um entulho a céu aberto e essa situação precisa ser corrigida haja vista que temos uma licença ambiental vigorando e essa licença deixa muito clara a obrigatoriedade de remoção dos entulhos gerados pela reforma”, disse.
O impasse levou o Inter a ser notificado por seis vezes pela Prefeitura. O município sustenta, também, que o entulho não foi separado. No lixo há pedaços de madeira, aço, argila e caliça, por exemplo. Com os resíduos separados, coleta é mais fácil, segundo o Executivo.
*Informações do repórter Lucas Rivas
Conforme o Executivo, o Inter precisa remover 36 mil metros quadrados de material de construção. A caliça acumulada está em uma área pública que era usada por escolas de samba ao lado do Beira-Rio - 76% dessa área ainda precisa ser pavimentada para aumentar as vagas para veículos. As obras do estacionamento devem ser custeadas pela Prefeitura, em parceria com o Ministério do Esporte. O Executivo já entregou as ruas A, B e C, que dão acesso ao Beira-Rio, além da área utilizada pela Fifa pelos caminhões da transmissão de TV.
A direção colorada havia confirmado a remoção do entulho em 19 de abril. Na ocasião, o clube disse que a demora para conclusão do serviço ocorreu porque a construtora Andrade Gutierrez encontrou dificuldade para descartar de forma correta o lixo da área.
Em função da demora do Inter, o engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico da Secretaria Municipal de Gestão adiantou que documentos já foram encaminhados para que a Procuradoria-Geral do Município (PGM) elabore o processo contra o Inter. “Nós temos ali, independentemente de Copa do Mundo, um entulho a céu aberto e essa situação precisa ser corrigida haja vista que temos uma licença ambiental vigorando e essa licença deixa muito clara a obrigatoriedade de remoção dos entulhos gerados pela reforma”, disse.
O impasse levou o Inter a ser notificado por seis vezes pela Prefeitura. O município sustenta, também, que o entulho não foi separado. No lixo há pedaços de madeira, aço, argila e caliça, por exemplo. Com os resíduos separados, coleta é mais fácil, segundo o Executivo.
*Informações do repórter Lucas Rivas
Fonte: Rádio Guaíba
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